Sobre
Quem opera a máquina.
Um venture studio não vale pelo carisma de uma ideia, e sim pelo critério de quem decide o que existe. Esse critério tem dono.
Passei anos onde os pagamentos acontecem de verdade, construindo adquirência e infraestrutura no Inter e no InterPag, incluindo a aceitação por celular (Tap on Phone). Não é um assunto que eu estudei; é um assunto que eu operei, com as cicatrizes que só a operação dá: chargeback, antecipação, risco, regulação que muda no meio do jogo.
Essa vivência ensinou uma coisa que virou o cerne da Panthalassa: a maior parte do valor de um negócio é decidida antes da primeira linha de código, na escolha do problema, no critério para matar o que não merece, na infraestrutura que se reaproveita. Quase ninguém trata isso como engenharia. Eu trato.
A Panthalassa & Co é a tentativa de fazer isso de forma repetível: um venture studio que origina muitas teses, mata a maioria com método, e constrói só as que sobrevivem, usando IA para acelerar o descarte sem afrouxar o critério. O sistema foi desenhado para sobreviver à pessoa: o método é escrito, não está só na minha cabeça.
Convicção
A próxima geração de empresas brasileiras não virá de uma aposta genial. Virá de uma máquina disciplinada de originar, testar e descartar. Estamos construindo essa máquina, em público.